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9 de maio de 2013

Abertas as incrições para o curso gratuito de jornalismo multimídia

O curso visa criar projetos de multimídia para comunidades carentes sobre temas como saneamento básico, saúde pública, educação e desastres naturais

Por Leandro Lisbôa

Foto: Reprodução
O Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ, sigla em inglês) abriu inscrições para o curso gratuito "Ferramentas digitais para o jornalismo de interesse público". Com a direção do jornalista Fabiano Angélico e aulas ministradas pelo professor de jornalismo digital da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) Marcelo Träsel, o curso tem o objetivo de fazer com que os profissionais adquiram habilidades digitais duradouras e que os auxiliem em seus trabalhos futuros.

Entre os temas, estão o refinamento de buscas na internet, o uso de mapas, a preparação de fotografias e vídeos para a publicação na web, além da criação de weblogs.

As inscrições podem ser realizadas no site da instituição até amanhã, 10 de maio e as aulas de aprimoramento das habilidades permanentes em narrativa multimídia serão realizadas entre os dias 27 de maio e 28 de julho. Para conseguir uma das 35 vagas, o candidato deve preencher um questionário, enviar o currículo profissional e cadastrar uma carta de intenções explicando porque tem interesse de participar do curso.

Ao final da orientação à distância, os alunos serão estimulados a criar um projeto de jornalismo de interesse público e os 15 melhores serão acompanhados pelos coordenadores do curso por um mês.


Abaixo, segue a programação semanal de atividades
1ª Semana: Jornalismo de interesse público
2ª Semana: Internet – Uma ferramenta de serviço público
3ª Semana: Ferramentas digitais
4ª Semana: Como tornar seu projeto viável
5ª Semana: Discussão de projetos em jornalismo de interesse público

Fonte: TV ABCD

8 de maio de 2013

As várias editorias do jornalismo


Por Leandro Lisbôa

Foto da internet
Com as várias possibilidades de público, ficou cada vez mais difícil escrever uma matéria que agrade a todos. Na busca por entregar aos leitores conteúdos cada vez mais personalizados, os jornais passaram a dividir os assuntos em editorias.

De acordo com o site Onze 06, editoria é a seção especializada em determinado setor, como esporte, polícia, arte, meio ambiente etc. Sendo assim, dividir um jornal, revista ou até mesmo uma página de internet é a melhor maneira de nortear os leitores com assuntos que melhor os agradem, pois, o próprio usuário pode clicar na guia e ler os assuntos sobre determinado assunto.

A seguir, algumas editorias e sobre o que elas se relacionam.

Jornalismo Cientifico - a Nasa descobriu um novo planeta habitável, cientistas descobriram a cura para a AIDS ou um estudante desenvolveu um composto que utiliza nanotecnologia para tornar roupas impermeáveis. Como noticiar isso de forma que o cidadão possa compreender?! Esse é o papel do jornalista especializado em ciência.

No site Infoescola é possível encontrar a seguinte definição:
o jornalismo científico é especializado em cobrir assuntos e acontecimentos científicos. Abrange as ciências exatas, naturais e biomédicas, além da tecnológica, arqueológica, espacial e demais campos de conhecimento acadêmico e especializado. É similar à divulgação científica, pois, além de informar o leitor a respeito das pesquisas e achados científicos, busca atualizar a mesma informação constantemente, publicar debates entre os pesquisadores e fazer a população pensar e relacionar os conhecimentos inseridos na sociedade.

Ou seja, o jornalista que trabalha com a editoria científica é responsável por transmitir à sociedade assuntos aparentemente complicados. Sites como o da Revista Super Interessante e da Galileu são grandes exemplos de jornalismo científico. Neles, o leitor pode ficar informado sobre ciência por meio de uma linguagem atraente e descomplicada.

Jornalismo Cultural – a editoria de cultura é responsável por levar ao leitor assuntos voltados ao entretenimento, cursos e afins. O repórter de cultura deve estar antenado nas atividades locais ou nacionais em todas as artes (cinema, teatro, rádio, música, exposições etc.)

Atualmente, jornais como o DFTV disponibilizam uma coluna onde as principais atrações na cidade.

Jornalismo Esportivo – Com a copa do mundo o jornalismo esportivo acabou ganhando maior destaque. Entretanto, a atuação do repórter da editoria de cultura vai muito além do futebol. Levar a conhecimento do leitor esportes que são pouco divulgados e esportistas que não recebem incentivos também faz parte das atribuições do jornalista.

De acordo com o site Infoescola o jornalista esportivo atua na cobertura de eventos esportivos, preparativos desses eventos, atletas, clubes ,mercado esportivo e atividades físicas.

É importante lembrar que, assim como em outras áreas, o jornalista esportivo também deve ser imparcial em relação às informações que transmite. Bons exemplos de jornalismo esportivo são o Globo Esporte e o Viver Sports.

Jornalismo Econômico – comunicar o fluxo econômico do país, apresentar a movimentação da bolsa de valores, cotação do dólar e moedas estrangeiras são competências do jornalismo econômico. De acordo com o site Tribos Jovens, o jornalismo econômico:
é a designação da atividade jornalística voltada para a cobertura, interpretação e debate de temas pertinentes aos assuntos ligados à economia, seja a micro ou a macroeconomia.

O jornalista que cobre eventos econômicos deve ser capaz de traduzir e comunicar ao cidadão comum, da melhor maneira possível, as informações que adquire com fontes oficiais, bem como o Banco Central, por exemplo.

Jornalismo Político – um assunto que nem todo mundo se interessa, o jornalismo político é área que vai comunicar aos cidadãos seus direitos sociais, votações de governo, períodos eleitorais, posses presidenciais. 

Jornalismo Policial – tem como objetivo orientar a população sobre crimes, assaltos e ações policiais. Segundo o site Infoescola:
O jornalismo policial relata crimes, condenações e demais registros policiais e judiciais que auxiliem a sociedade a ter maior consciência sobre o nível de segurança em sua região, na formação da opinião pública e nas ações governamentais a respeito desses acontecimentos.

As emissoras de TV do Distrito Federal têm direcionado um especialista em segurança para comentar acontecimentos da cidade. Eles informam a sociedade sobre como agir em determinadas situações, quais são os direitos, como se proteger de sequestros relâmpagos, tudo isso em linguagem simplificada e de fácil compreensão.

Jornalismo empresarial – voltado para a comunicação institucional, o jornalismo empresarial visa comunicar as ações, resultados e conquistas da empresa. De acordo com o site Comunicação Empresarial Online:
O Jornalismo Empresarial abrange um amplo elenco de atividades desenvolvidas em empresas e entidades com vistas à divulgação de seus fatos e realizações. Na prática, ele compreende não apenas as ações de relacionamento com a mídia, mas a elaboração de veículos jornalísticos para comunicação com determinados públicos e com a sociedade em geral.

Em outras palavras, o jornalismo empresarial está associado à assessoria de imprensa, que busca lançar o cliente positivamente na mídia.

Jornalismo setorial – é voltado para áreas específicas, como turismo, comunicação infanto-juvenil. No turismo, por exemplo, aplica-se em publicações voltadas a apresentar o local aos turistas que chegam no país.

Jornalismo de Celebridades – voltado a entreter o público com notícias dos artistas. Atualmente, a sociedade do espetáculo tem investido muito no jornalismo de celebridades e, em alguns casos, nas sub-celebridades. Não é incomum ler matérias que enaltecem participantes do Big Brother Brasil, mulheres frutas, panicats e afins.

A verdade é que o jornalismo de celebridades trata o leitor como acéfalo. Essa é a afirmação de Paulo Nogueira, do site Diário do Centro do Mundo. Para ele:
O jornalismo de celebridades deseduca o leitor. Contribui para que ele permaneça no hades da ignorância que o faz acreditar que é importante saber que a atriz da novela das 8 está namorando com o galã da novela das 9.

Por fim, esse tipo de jornalismo, apesar de subjugar o leitor, acabou sendo indispensável, pois, hoje em dia, o público é quem pede por esse tipo de informação.

7 de maio de 2013

O jornalismo em diferentes gamas


Por Leandro Lisbôa

Foto da internet
A comunicação é um dos maiores bens que o ser humano pode der. Desde os primórdios da humanidade, o homem tem utilizado da linguagem, seja ela escrita ou falada, para se dirigir à outros indivíduos. No jornalismo especializado, o jornalista ou repórter pode utilizar de diversas linguagens para atingir seus públicos das mais variadas formas. A comunicação pode se dar utilizando de publicação dirigida, não-dirigida ou, em casos específicos, de linguagem institucional.

Publicação dirigida – imagine que você é um repórter de uma revista do segmento de moda. Aparentemente, tal área pode se mostrar fácil e rápida de se trabalhar, sem a necessidade de um direcionamento específico. Entretanto, é preciso lembrar que a moda pode ser dividida em diversas subcategorias (juvenil, infanto-juvenil, homem, mulher, praia) trazendo a necessidade de um direcionamento para os públicos específicos. De acordo com o site Multivias Comunicação:
“Para se comunicar com um público específico de forma não invasiva e com credibilidade, a elaboração de uma publicação é uma das soluções mais indicadas. Os chamados veículos de comunicação dirigida permitem à empresa a produção de conteúdo de interesse de seu público-alvo (que pode ser o fornecedor, o vendedor, o colaborador, o cliente, a comunidade etc.), tornando-se mais próxima dele. Tal publicação é assinada com a marca da empresa, trazendo credibilidade e fidelizando o leitor”.

As publicações dirigidas servem exatamente para isso. Elas visam um público alvo específico e funcionam muito bem para se trabalhar com editorias, pois, serve como divisor de conteúdo.

Publicação não-dirigida – dá-se de diversas formas e para diversos públicos. A publicação não-dirigida não tem público específico, o que pode ser positivo, entretanto, é preciso saber utilizá-la de forma correta, sobretudo, na internet.
Mais conhecidos como spams, as comunicações digitais não-dirigidas acabam sendo um transtorno na vida de muita gente e sua utilização de forma indevida pode causar prejuízos, justamente devido às exigências do usuário do universo web. Segundo o site Sinprop:
"Existe o receio de queimarmos um excelente meio de comunicação por não sabermos utilizá-lo bem. O usuário de Internet é muito exigente", diz. Para se ter uma idéia do rombo que uma comunicação não dirigida pode causar, os "junk e-mails", ou seja, os e-mails que podem ser dispensados, custam US$ 9,3 bilhões ao ano aos usuários da Internet nos Estados Unidos, segundo estudo da Comissão Européia.”

Dessa maneira, é o comunicador quem tem que saber direcionar suas publicações, ainda que elas não sejam destinadas à um público específico.

Publicação institucional – imagine que você trabalha em uma empresa com mais de 500 funcionários. Como fazer para que todas as pessoas tenham conhecimento das ações da instituição?! Jornalismo institucional é a resposta.

O jornalismo institucional é quem destaca o que existe de positivo em uma organização, o que pode ser melhorado, os planos de ação da empresa sobre um determinado assunto. Segundo uma publicação no site SlideShare específica da jornalista Ana Kabbach, sobre o assunto, “Jornalismo institucional é a especialização do jornalismo voltada para o público interno de uma instituição, seja qual for sua natureza (lucrativa, sem fins lucrativos, polícia, religiosa, militar, sindical, etc)”.

As publicações institucionais também servem para aproximar os funcionários da instituição, uma vez que, por meio de jornal mural, web email ou até mesmo intranet é possível divulgar datas de aniversário, conquistas dos integrantes da empresa dentre outros. Ainda de acordo com Ana Kabbach:
“esse meio de jornalismo tem como principal função otimizar a comunicação com os funcionários, apresentando-lhes informações sobre o seu dia a dia e sua carreira, treinamento, dicas de uma vida melhor, aniversariantes, atividades e novos produtos ou serviços, bem como demonstrar um pouco dos valores e da filosofia da empresa.”

As publicações institucionais podem ser feitas por meio de jornais murais, folders, panfletos ou até comunicação eletrônica, como email marketing e configuram uma excelente forma de manter a empresa e seus funcionários em contato.

Assim, o comunicador tem o poder em suas mãos, basta saber como utilizá-lo. Valendo-se desses três tipos de comunicação, é possível atingir uma possibilidade enorme de leitores para os conteúdos que se publica.

6 de maio de 2013

Construção da Matéria – Da pauta à informação levada ao leitor


Por Leandro Lisbôa

Foto da internet
Mais que uma simples etapa, a definição da pauta é um dos principais pontos para o jornalista, pois é nela que o repórter se baseia para a construção de sua matéria. A escolha de uma boa pauta e sua produção cautelosa podem garantir um bom resultado ao final de toda a produção.

Segundo o blog Jornalismo de Revista, “A pauta é um dos principais itens do jornalismo. É a partir dela que o repórter irá a campo buscar informações, apurar e iniciar a construção da reportagem”.

Ainda de acordo com o blog, uma boa pauta deve conter, no mínimo, um resumo dos acontecimentos que são objeto da reportagem; as informações que o repórter deverá conseguir, para levar ao leitor o que é interessante para ele; fornecer todos os dados necessários para o repórter bem como, nome, cargo ou função das pessoas que serão entrevistadas, telefones, hora da entrevista, local, e-mail- sempre fornecer mais de uma fonte e o posicionamento/angulação da matéria, ou seja, como a emissora vai se posicionar em relação ao assunto.

Direcionar a matéria é outro aspecto de suma importância, pois dentro de um determinado assunto, o repórter pode encontrar vários direcionamentos. Um exemplo recente é o caso da tragédia na boate Kiss, em Santa Catarina. Diversos veículos de comunicação noticiaram a quantidade de mortos, os motivos do incêndio enquanto outros focaram no caos e desespero das pessoas tentando sair da boate. Entretanto, um direcionamento que ficou de fora e que poderia atrair mais leitores seria saber por que ninguém da banda Molecada Fandangueira saiu ferido do local.

O direcionamento é importante, pois, mesmo com assuntos semelhantes, é ele que vai diferenciar um veículo de outro. Em um universo onde há vários canais de comunicação, o foco da notícia, em muitos casos, é o que valoriza ou deprecia a notícia.
Com a pauta construída, cabe ao repórter ir atrás das informações para montar a matéria de forma a deixá-la atraente e de interesse do leitor. Mesmo em situações de tragédia, é possível deixar o texto atrativo.

A criatividade do jornalista é um ponto que pode fazer o leitor ter mais interesse no assunto e não deve, de forma alguma, ser deixada de lado. De acordo com o site Abae.pt, “A construção de um texto jornalístico não dispensa a criatividade de quem o redige, mas assenta numa técnica própria”.

Para escrever seu texto o jornalista pode optar pelo gênero literário, onde ele conta uma história; pirâmide invertida, onde os pontos mais importantes são dados no início e depois são explicados ou ainda, a pirâmide normal, que consiste em ir dando os fatos em ordem crescente de importância.

Assim, buscando atender as necessidades de leitura de um público cada vez mais diversificado, cabe ao jornalista aliar o gênero de escrita e direcionar a matéria para convencer o leitor de que o assunto escrito é interessante e vale a pena ser lido.

5 de maio de 2013

Novo século, uma nova forma de jornalismo


Por Leandro Lisbôa


Foto da internet
Não é de hoje que entramos na chamada “Era da Informação”. De lá para cá, as possibilidades de se conseguir informação aumentaram grandiosamente e as pessoas, que antes só obtinham informações por meio do rádio e dos jornais, passaram a receber notícias também pela televisão e, tempos depois, pela internet.

Com o início do “universo web”, o cidadão passou a ter ‘o mundo em suas mãos’ e, dessa maneira, começou a ter acesso a múltiplas informações em um curto espaço de tempo.

As possibilidades de um sem número de informações de forma rápida possibilitou aos cidadãos escolher os tipos de notícias que mais os agradavam. Assim, a função do jornalista de informar a sociedade com notícias de relevância passou a ser modificada, devido ao rápido envelhecimento da notícia. Era necessário produzir conteúdos para públicos com gostos variados e interesses múltiplos, no intuito de entreter, com qualidade, um público cada vez mais diferenciado.

Segundo Ana Carolina de Araújo Abiahy, em seu estudo O jornalismo especializado na sociedade da informação (2000):
“nesse estágio em que as escolhas individuais prevalecem sobre o engajamento com a coletividade, faz sentido que a informação procure atender às especificidades ao se dirigir aos públicos diferenciados”.

O jornalismo especializado busca atingir públicos com gostos comuns dentro de uma sociedade com gostos múltiplos. Esse objetivo pode ser alcançado por meio da segmentação das informações.

Ainda em seu estudo, Ana Abiahy (2000) afirma que o jornalismo especializado é uma resposta a essa demanda por informações direcionadas que caracteriza a formação de audiências específicas.

Jornais, revistas e até mesmo as páginas de internet fornecem aos usuários a possibilidade de ler apenas os assuntos que os interessam. Essa separação de conteúdos é feita por meio das editorias. De acordo com o glossário Onze 06, editoria é a “seção especializada em determinado setor (esporte, polícia, arte, meio ambiente etc.)”.

Para levar assuntos específicos à um público segmentado os jornalistas podem utilizar de diversos segmentos do jornalismo. A Revista Visões (download disponível), por exemplo, é uma publicação de cunho analítico internacional que, para ser produzida, focou aspectos como o jornalismo político, econômico, cultural, turismo, além do jornalismo opinativo e de opinião. Dessa maneira, o profissional pode levar ao público um conteúdo mais completo e aprofundado.

23 de setembro de 2012

Os 10 trabalhos que engordam mais

Por Universia Brasil

Está acima do peso? Estudo revela quais são os trabalhos que nos fazem engordar e explica quais podem ser os principais motivos. O seu trabalho pode estar contribuindo de maneira efetiva no aumento da sua massa corpórea

Foto: Shutterstock.com
Vários fatores contribuem para o ganho de peso e obesidade. Segundo um levantamento do site norte-americano CareerBuilder, alguns trabalhos são mais propensos a fazer que você ganhe mais gordura que outros. A pesquisa mostrou também que cerca de 44% dos trabalhadores norte-americanos consideram o seu atual trabalho como o principal fator de ganho de peso.

Os pesquisadores descobriram que as causas mais prováveis para o aumento de peso foram jantar fora regularmente, almoçar no trabalho, trabalhar sentado em uma mesa todos os dias e comer rapidamente. Entre os piores listados, os que mais geram o sedentarismo e o ganho de peso são aqueles que fazem com que o profissional fique sentado em sua mesa. Confira a seguir a lista com os 10 empregos que fazem com que você engorde.

1- Tecnologia da Informação
Os profissionais de TI passam longas horas em sua mesa, e geralmente realizando os trabalhos mais estressantes da empresa. Além de ser uma profissão muito sedentária.

2- Advogado e Juiz
Os advogados e juízes passam muitas horas analisando os casos em suas mesas. Esse tipo de trabalho é necessário, porém essa atividade prejudica a circulação sanguínea e causa o sedentarismo.

3- Marketing e Relações públicas
Mesmo com algumas reuniões, para criar textos e as estratégias, esses profissionais precisam de algumas horas de dedicação no escritório. Isso sem contar com os almoços e jantares de reuniões, que contribuem bastante para o aumento de peso.

4- Assistente social
Os assistentes sociais passam grande parte do seu dia fazendo atendimento. Essas conversas podem durar alguns minutos ou até horas, e assim como os outros trabalhos listados, eles também ficam sentados.

5- Auxiliar administrativo
Os auxiliares administrativos levantam poucas vezes ao dia para recolher assinaturas, o resto do dia de trabalho eles passam sentados em suas mesas.

6- Professor
No caso dos professores, a questão é um pouco diferente. Eles não passam boa parte do tempo sentados, mas o aumento de peso pode ser gerado por meio das guloseimas vendidas na cantina ou até mesmo pelos presentinhos que eles ganham dos alunos.

7- Agente de viagens
A rotina de um agente de viagens é vender pacotes, excursões e passagens. Para mostrar as melhores opções de preços, ou lugares eles utilizam computadores e mesas, ou seja, também passam o dia sentado.

8- Serviços de proteção
Os deveres estressantes dos bombeiros e da polícia, combinados com um tempo de inatividade pode aumentar o peso do profissional de forma surpreendente.

9- Designer, artista e arquiteto
Para criar, esses profissionais precisam desenhar por muitas horas. Desenvolver projetos, desenhos e obras de arte requer tempo e disposição para ficar sentado o dia inteiro na mesma posição.

10- Médico
Dependendo da área de atuação, os médicos podem ter certa mobilidade. Porém, a grande maioria fica o dia inteiro no consultório sentado em sua mesa.


18 de setembro de 2012

Entenda como as músicas são cobradas em provas do Enem

Por Universia Brasil

O site Universia Brasil analisou as edições do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e verificamos que música é frequentemente cobrada no exame. Veja como o tema pode aparecer e quais são as principais habilidades cobradas nas questões. Provas do Enem acontecem nos dias 3 e 4 de novembro

Foto: Shutterstock.com
Seja na interpretação de texto ou na prova de inglês, várias letras de músicas já foram utilizadas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) com o intuito de avaliar a reflexão dos candidatos sobre o tema abordado na canção. Para interpretar melhor uma música, o estudante tem de mergulhar na cultura do país de origem, na época em que ela foi escrita e, principalmente, na mensagem que ela quer passar.

Cobrar a interpretação de músicas na prova do Enem nada mais é do que questionar o candidato sobre a sua visão de mundo e repertório cultural. De acordo com Marcilio Bittencourt Gomes Jr., professor de literatura da Oficina de Estudante, o Enem é uma releitura dos vestibulares federais, e utilizar músicas nas provas comprova que o exame está sendo moldado de acordo com as provas das instituições tradicionais como, por exemplo, USP, UNESP e Unicamp. "Usar música na prova não é uma novidade. A UNESP, por exemplo, faz o uso de canções em sua prova sistematicamente", explica.

Entre os principais autores brasileiros estão Chico Buarque e Gilberto Gil. Entretanto, a comissão organizadora é bem eclética em relação à seleção de músicas feitas para a prova. Na edição de 2007, por exemplo, os textos fornecidos como base para a redação foram duas músicas de rock: "Ninguém = Ninguém", do grupo Engenheiros do Hawaii, e "Uns Iguais Aos Outros", dos Titãs. Na edição de 2010 mais uma banda de rock foi selecionada para compor o exame. Dessa vez a escolhida foi "Viva La Vida", do grupo britânico Coldplay, utilizada na prova de inglês.

Antes de começar a interpretar a música procure identificar o nome do autor e a época em que ela foi escrita. Depois, é preciso relacionar os acontecimentos históricos da época com os temas que estão sendo pedidos na questão. A dica é criar conexões entre os acontecimentos históricos e o que está sendo pedido no exame. Isso irá facilitar a sua interpretação e, consequentemente, ajudá-lo a solucionar a situação problema. Muitas vezes, a resposta pode estar no próprio texto ou até mesmo na pergunta.

Cabe ao candidato desenvolver a habilidade de relacionar as músicas com os temas cobrados na prova. Para isso, você precisa diversificar a sua leitura lendo e analisando todos os tipos de texto, desde jornais até revistas em quadrinhos. A leitura é sempre a base para realizar o processo de interpretação e uma boa redação.

Sobre o a prova do Enem

O Enem tem quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas são interdisciplinares, e vão tratar de quatro áreas de conhecimento do ensino médio. O Enem 2012 será realizado nos dias 3 e 4 de novembro.

17 de setembro de 2012

Estudo mostra que gordinho ativo é mais saudável que magro sedentário

Por Minha vida

Foto da internet
Dois estudos publicados na última quarta-feira, 5 de setembro, mostraram a descoberta do que tem sido chamado de paradoxo da obesidade. Esse conceito afirma que, em certos casos, os quilos além da conta não indicam perigo à saúde e podem até ser protetores do nosso organismo. 

A primeira pesquisa foi feita pela Universidade de Granada, na Espanha, e foi publicada no European Heart Journal. O estudo analisou dados de 43 mil americanos, divididos em grupos conforme os níveis de obesidade, colesterol, pressão arterial e condicionamento físico. Após acompanhar os participantes durante 14 anos, os médicos perceberam que as pessoas com obesidade, porém consideradas saudáveis após os exames, tiveram um risco 38% menor de morrer por qualquer casa do que as não saudáveis. A redução de morte por doenças cardiovasculares ou câncer foi de 30% a 50%. O desempenho desses participantes que estavam acima do peso, mas que mantinham bons hábitos foi, ao longo do tempo, similar ao dos magros saudáveis. 

Outro trabalho, publicado na mesma edição da revista, analisou durante quatro anos a mortalidade de 64 mil suecos com problemas cardíacos (como angina e infarto) submetidos a um exame de imagem para determinar a saúde de suas artérias coronárias. Os pacientes foram subdivididos de acordo com seu IMC. Os resultados mostraram um gráfico em forma de "U": aqueles que estavam muito magros ou com obesidade mórbida corriam mais risco de morrer do que pacientes intermediários, com sobrepeso ou obesidade moderada. 

Os cientistas americanos acreditam que o melhor condicionamento físico das pessoas saudáveis com obesidade foi responsável pelo menor risco de morte observado nesse grupo em relação ao grupo dos não saudáveis. Eles afirmam que o exercício tem ação anticoagulante, ajuda a dilatação dos vasos e melhora a resistência à insulina, tendo um efeito contrário ao da obesidade, sendo portanto melhor ser uma pessoa acima do peso que se exercita do que um magro sedentário. 

Siga este plano para começar a praticar exercícios

Segundo a Federação Mundial de Cardiologia, pessoas que não praticam atividades físicas têm um risco duas vezes maior de sofrer doenças do coração, ter pressão alta e desenvolver diabetes quando comparadas a quem pratica exercícios físicos regularmente, independente fato de a pessoas estar ou não acima do peso. 

Faça uma avaliação médica
A avaliação médica não é apenas um pré-requisito para que aluno e professor trabalhem em segurança, mas a melhor maneira de descobrir os limites do seu corpo e o exercício ideal para vencê-los. "Também é fundamental realizar uma avaliação física. Por meio dela é possível determinar a porcentagem de gordura corporal do indivíduo e ter uma ideia de seu alongamento e da sua resistência", afirma o personal trainer Ricardo Custódio, da Companhia Atlethica do Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Desenferruje
"A principal meta de quem começa a treinar após ter ficado muito tempo parado deve ser reabituar o corpo à prática regular de exercícios", explica Adriano. Segundo o personal trainer, emagrecer ou ganhar tônus muscular devem ser objetivos secundários nesse retorno. Isso porque o retorno ao treino, na maioria das situações, traz os mesmos desafios de uma primeira experiência com exercícios

"O aluno terá que começar do zero, mesmo tendo sido atleta regular no passado. Não respeitar essa progressão pode sobrecarregar os músculos e articulações, ocasionando lesões", diz o especialista. A diferença entre uma pessoa que já treinou e outra, que nunca se mexeu, é o tempo de resposta aos movimentos: quem já fez exercícios tende a recuperar o condicionamento mais rapidamente.

Comece por atividades de baixo impacto
Voltar a treinar e já partir para atividades de grande impacto aumenta e muito o risco de lesões. Decidir correr logo no primeiro dia de treino, por exemplo, poderá sobrecarregar os músculos e articulações dos membros inferiores, afirma o médico do esporte Ricardo Nahas, do Centro de Referência em Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho. Ele explica que, em uma caminhada, cerca de 20% do peso corporal fica concentrado nas articulações e essa porcentagem dobra numa corrida. "Por isso, é essencial realizar a readaptação muscular, articular e cardíaca", diz o médico.

Exercício tem que dar prazer
Exercícios físicos não se resumem a musculação e esteira. Por isso, se a academia não te atrai, busque fazer outras atividades, como esportes coletivos, ginástica ou circuito. "Treinar por prazer mantém o aluno motivado e reduz o risco de abandonar o programa", afirma Ricardo Custódio. O exercício perfeito, de acordo com o personal, é aquele que consegue equilibrar as necessidades do seu corpo com as suas preferências.

Respeite seus limites
O condicionamento físico não aparece do dia para a noite. "Pegar muito peso de uma vez ou caminhar uma distância muito longa só vai causar dores nos músculos e nas articulações", afirma o personal Adriano Braga. Estar disposto a melhorar sempre é fundamental, mas isso deve ser feito de maneira segura. "Do contrário, há risco de uma lesão mais séria e você é obrigado a ficar sem treinar justo quando estava mais engajado".

Aumente a intensidade aos poucos
O aumento da dificuldade do treino faz parte do programa - além de tornar a atividade mais interessante, o desafio ajuda seu corpo a ganhar condicionamento. "Isso pode significar aumento da carga, aumento da velocidade, redução do intervalo entre um exercício e outro ou aumento do número de repetições", afirma o personal Adriano Braga. Seguir um plano para aumentar a intensidade significa abandonar o sedentarismo de maneira gradual e saudável.

Faça alongamento e aquecimento
"Aquecer é aumentar a temperatura corporal, o que eleva a frequência cardíaca e prepara o corpo para a prática de exercícios", afirma o médico do esporte Ricardo. O alongamento, por sua vez, pode ajudar a prevenir lesões ? esse tipo de movimento estimula a liberação do líquido sinovial, que lubrifica as articulações. "Esses minutinhos de preparação são valiosos porque informam o organismo sobre o que deve ser priorizado no momento, deixando atividades, como a digestão, em segundo plano".

Fonte: Minha Vida

10 de setembro de 2012

"Noticiário sem cenário", de Arisson O grande

Para começar a semana com força, nada melhor do que uma boa dose de humor. Arisson O grande apresenta no vídeo uma crítica para lá de divertida. Âncora, repórter, entrevistado e até garota do tempo...
Enfim, aperte o play e veja com seus próprios olhos. Aposto que você não vai se arrepender.

5 de setembro de 2012

Manifesto: "Este país é uma vergonha"

Por Leandro Lisbôa

Todos nós sabemos que muita coisa não está certa neste país, sobretudo quando o assunto é educação, saúde e cultura. Um dos nossos leitores no Facebook postou o seguinte sentimento em seu perfil:

"Morar no Brasil é muito 'engraçado'.
O Governo daqui tem milhões para construir um Estádio de Futebol; tem milhões para 'investir' na segurança que durante os jogos, mas, PASMEM, não tem 'verba' para arrumar nem o Ginásio de Esportes e nem o portão da escola em que trabalho e que, inclusive caiu em cima de um aluno e o machucou!
Não tenho forças nem para rir e nem para chorar!
Meu sentimento é de nojo!"

Foto da internet
O acidente ocorreu na última segunda-feira (3/9) no Caic (Centro de Atenção Integral à Criança) de São Sebastião - DF. Conforme matéria no site da Band, o aluno, de 10 anos, possui deficiência visual. Leia o texto abaixo:

Um menino de 10 anos ficou ferido após ser atingido por um portão de metal no Caic (Centro de Atenção Integral à Criança) de São Sebastião, em Brasília, ontem.

O aluno do 4º ano tem baixa visão, segundo informações da Secretaria de Educação. Ele estava correndo e bateu no portão, que acabou caindo. O acidente aconteceu durante uma aula de educação física. O menino participava da atividade junto com mais 20 alunos de sua turma que possuem necessidades especiais.

Três professores estavam supervisionando a aula e os primeiros socorros foram prestados ainda na escola. Depois disso, o aluno foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade. Ele ainda foi transferido para o Hospital de Base, onde passou por exames mais detalhados, mas recebeu alta ontem mesmo e já não corre risco.

Depois do acidente com a criança, a direção da escola de São Sebastião se comprometeu a trocar o portão de acesso ao colégio. 



Bate papo de lançamento do livro da jornalista Sônia Bridi conta com presença de diversos estudantes

Por Jussara Resende, Rafaela Mendes e Renata Santos.

Estudantes de jornalismo conferiram o lançamento de livro sobre série exibida no Fantástico

A Fnac Brasília recebeu na terça-feira (28) a jornalista Sônia Bridi e o repórter cinematográfico Paulo Zero para o lançamento do livro "Diário do clima – Efeitos do aquecimento global: um relato em cinco continentes".

O Livro relata os bastidores das reportagens da série “Terra, que tempo é esse?”, que foi exibida no fantástico sobre as mudanças climáticas ao redor do Planeta. Eles passaram por 14 países para mostrar as alterações que vêm acontecendo ao redor do mundo e chamar atenção das pessoas para os perigos do Aquecimento Global.

Cerca de 350 pessoas estiveram presentes e participaram de um bate papo descontraído e sessão de autógrafos. Boa parte do público era formada de estudantes de jornalismo da Faculdade Anhanguera de Brasília. Incentivados pela professora de jornalismo científico Mariella Oliveira, eles puderam conhecer de perto o relato da jornalista -  referência nesse tipo de cobertura - e entender um pouco mais sobre o tema. Sônia afirmou que atualmente não se começa nada sem saber sobre o aquecimento global. “Não se faz jornalismo, não se constrói uma casa, é muito importante que a sociedade saiba mais sobre o tema”. Questionada sobre qual sua conclusão em relação ao futuro do planeta, Sônia foi enfática: “Temos criatividade e encontraremos uma solução para as mudanças climáticas. Somos uma espécie que quer sobreviver”, declarou.

Segundo o gerente de Comunicação da FNAC, Renato Parente, que organizou o evento, o grande número de pessoas se deve, principalmente, pela importância do assunto abordado. “Além de ser uma jornalista com grande prestígio, seu livro trata de um tema de suma importância para a Nação. Por ter sido uma serie, o livro é muito rico em detalhes”.

Arisson Tavares estudante de jornalismo da Faculdade Anhanguera de Brasília saiu bem satisfeito. “Recebi o convite e o assunto me deixou interessado. Concluo a graduação no fim do ano e acho interessante entender um pouco mais sobre aquecimento global”, explicou.

Foto: Claudio Ferreira
Com o término do debate, uma longa fila se formou para a sessão de autógrafos. O cirurgião dentista José Luiz fez questão de ser um dos primeiros. “Estava passando aqui por acaso e, como admiro muito o trabalho da Sônia, não pensei duas vezes. Comprei o livro e agora vou ganhar um autografo”.

Sônia Bridi já lançou o livro em várias cidades, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Londrina. Camila Hannaun, da Editora Globo, acompanha o lançamento e afirma que tem sido um evento muito esperado. “Ela cativa o público, está sempre sorrindo e disposta a responder as perguntas”. E como em outras capitais, o lançamento em Brasília também foi um sucesso.

20 de agosto de 2012

Tiozão

Por Arisson Tavares
Foto da internet
Se for levar ao pé da letra, uma pessoa de 20 anos já é meio-quarentão. As crianças gritam “Ei, tio!” e só percebe que não é direcionado a você depois de olhar com naturalidade. Frases como “na minha época” e “bons tempos aqueles” já viraram jargões do seu vocabulário limitado. Os sintomas ficam cada vez mais nítidos e frequentes. Não existe retrocesso. É um caminho sem volta e inevitável. Um dia você também irá parar e perceber: estou ficando velho. Não tenha dúvidas.

O número de idosos precoces só aumenta. Somos cada vez mais perceptíveis e populares. Jovens consumidos pelo trabalho, pelos estudos, pela família não planejada ou até mesmo pela ausência de tudo isso. Você não corre mais aqueles cinco quilômetros básicos se não for fugindo de algo muito assustador. A falta de qualidade de vida nos faz esquecer coisas cruciais para manter a juventude. Viramos velhos. Nascem novos jovens velhos.

Lembro-me como se fosse ontem, o que certamente é uma utopia que contradiz as leis da física. Eu ouvia É o Tchan sem observar a imoralidade contida nas letras. Sonhava em ser grande, mas nem imaginava chegar a um metro e noventa. Queria um cão que falasse português estilo o Scooby Doo, mas o máximo que minha cadelinha fala é latino. Conheci a Mônica e o Cebolinha quando ainda eram moleques. O tempo voa. Agora eles são adolescentes e o Cascão até toma banho. Sou da época que fita cassete era tecnologia de ponta e responsabilidade era ter um Tamagochi. É, bons tempos aqueles.

13 de agosto de 2012

In the siso...

Por Arisson Tavares
Imagem da internet editada.
Acompanhei uma grande pequena amiga minha durante uma cirurgia. O tempo foi passando e eu comecei a ficar ansioso enquanto esperava do lado de fora. Sentei do lado de uma menina linda, mas ela nem olhar pra mim olhou. A pobre estava com o pescoço imobilizado, acho que não dava pra rolar uma paquerinha sem contato visual. Eu estava tão desatento que se um médico me dissesse “Parabéns! É menino!” eu pularia de alegria comemorando (sendo que a minha amiga só foi retirar o siso).

A senha passava rápido. Não reparei nos números, apenas nos efeitos sonoros emitidos. Conversas paralelas, ouvia sem interpretar. Nessas horas de agonia o celular vira Twitter e o SMS vira postagem.

Essa minha amiga prova que Doutor House não é ficção. O siso dela nasceu deitado e chegava até a provocar inflamação no ouvido. Na hora da cirurgia a doutora viu que o raio X não mostrava a profundidade real do “maledito dente”. Outros dentistas não quiseram encarar e depois de horas de pesquisas e várias renuncias retornamos sem sucesso para casa. Ela com a gengiva costurada e eu com a dor da derrota. No dia seguinte segundo round, o siso perdeu de lavada.

Identifico-me de certa forma com aquele siso. Nasceu diferente, isolado dos outros, buscando um espaço. A menina que estava do meu lado foi embora sem olhar pra trás (o que já era previsível). Agora eram só eu e o papel.

A natureza é tão perfeita. Como explicar esse dente renegado? Será consequência do aquecimento global? Por que ele não pode simplesmente crescer e cair sozinho? Seria bem mais prático.

Lembrei de um caso na TV de um menino que foi arrancar um dente e o médico retirou todos. E se a minha amiga chegasse banguela? Putz! Apoiei a cabeça e peguei num sono. Acordei com o médico me balançando:

-Ei, menino. Acorda! Ei, menino!

Interpretei da minha forma:

-Heim? É menino? É menino! É menino!

Saí pulando pelo hospital.

6 de agosto de 2012

O profeta das causas impossíveis

Por Arisson Tavares
Foto da internet
Deus olhou para sua obra tão detalhada. Não gostou do que viu. Pediu então ao Lula que subisse o monte sagrado para uma prosa. Iria destruir o Congresso, mas Lula intercedeu pelos que só se esbaldam: 

-E se existir um partido político honesto? Mesmo assim destruirias o Congresso? 

-Não. Se houver um partido digno livrarei o Congresso da minha fúria. 

-Obrigado, Senhor. Obrigado. 

E o Lula foi descendo o monte sagrado. No meio da jornada parou. Após um tempo de reflexão e cálculos de cabeça, Lula voltou à presença do Pai: 

-Com licença, Senhor. Bem, hãm, e se houvessem apenas três políticos honestos em cada partido? Pagariam estes pelos que se corromperam? 

-Não. Se existirem os três em cada partido não destruirei o Congresso. 

-Obrigado, Senhor. Obrigado... E se existirem apenas um de cada partido? Seria a humildade deles capaz de salvar o Congresso? 

-Sim. Terei um olhar de misericórdia se existir. 

-E, hãm, se existir apenas um. Um que nunca teve passagem pela CPI. Um que nunca tenha aparecido na TV por conta de algum escândalo político. Um com ficha limpa e histórico exemplar. Destruirias o Congresso ou teria compaixão? 

-Se existir mesmo esse "um", livrá-los-ei do mau. 

-Ok, ok... Antes de descer o morro, gostaria de fazer umas perguntinhas. 

-Pois então faça. 

-Essa destruição do Congresso vai abalar de alguma maneira as Olimpíadas de 2016 no Brasil? 

-Não. Na verdade vai servir de propaganda. 

-Ok. Então vamos começar logo com isso. 

Lula desceu o morro e tirou a Dilma do Congresso gritando: 

-Não olha para trás Dilma! Não olha para trás! Se tu virar pedra a coisa vai ficar feia!

1 de agosto de 2012

Tem colunista na disputa do Top Blog 2012

Por Leandro Lisbôa

Foto divulgação
Olá pessoal!
É com muito prazer que divulgamos outra boa notícia para vocês.
O Arisson Tavares, responsável pela editoria "Humor de Segunda", está participando da disputa do Top Blog 2012. Ele autor do livro "Evolução Decrescente", publicado em 2009 pela editora Biblioteca 24x7 e também administra o blog do livro, com o mesmo nome.

Arisson é um jovem multitarefa. Escritor, jornalista, vlogueiro, produz podcasts, dentre diversas outras coisas. Para votar no blog, basta acessar o link (http://bit.ly/OBbx1w).

Caso não conheça o trabalho desse rapaz, mas quer conhecer, acesse o site www.evolução decrescente.blogspot.com. 

30 de julho de 2012

Atuação do Brasil nas Olimpíadas de Londres

Por Kelly Soares 

Basquete
Foto da intenet
Mesmo o basquete não sendo uma referência no Brasil, a equipe masculina brasileira tem dado o que falar com relação a sua boa atuação no jogo de ontem, 29 de julho, na competição contra a Austrália nas olimpíadas de Londres.

Sem se importar com a pouca fama do esporte, a equipe esta indo com tudo nas olimpíadas e a garra dos atletas tem dado o que falar.

Há dois grupos de seis times na disputa, porém, apenas os quatro primeiros de cada grupo serão classificados para as quartas de final.

A última atuação do Brasil nos jogos em uma Olimpíada, foi em 1996 nas olimpíadas de Atlanta. O peso dos 16 anos sem atuar numa olimpíada, deixou os atletas nervosos. Mesmo com a pressão, a equipe conquistou os primeiros dois pontos, e tem a liderança provisória do grupo B.

Vôlei
Foto da internet
A equipe considerada a número um, no ranking mundial, teve sua estreia no jogo  masculino e obteve uma ótima atuação contra a Tunísia. O time brasileiro está em busca do terceiro ouro e fez bonito vencendo por 3 sets a 0 com placar de 25-17, 25-21, e 25 – 18. O próximo time a enfrentar o Brasil, será a Rússia na rodada seguinte do vôlei masculino, nessa terça (31), às 18 no horário de Brasília.






Futebol
Foto da internet
Já no futebol, a equipe masculina teve um placar de 3 a 1 contra Bielo-Rússia. Apesar do placar ser bom, a atuação do time brasileiro não agradou a torcida.
O time teve uma grande dificuldade de passar pela marcação dos adversários, tendo poucas chances de fazer gol. Mesmo não achando espaço, a equipe conseguiu se equilibrar e obteve a vitória.

O grupo brasileiro fez sua primeira atuação contra o Egito e foi muito criticado em razão da desorganização em campo. O time que vencia por 3 a 0, sofreu dois gols deixando o placar em 3 a 2.

O Brasil ocupa é a liderança do grupo C com 6 pontos, contra 3 da Bielo-Rússia. A final do Brasil na chave de grupos, será na próxima quarta-feira (01), tendo como rival a Nova Zelândia.